O modelo de carta de preposto serve para nomear oficialmente um representante que atuará em audiências, reuniões ou procedimentos administrativos em nome de uma empresa.
O modelo de carta de preposto para audiência funciona como um documento simples, porém formal, que identifica o preposto, delimita sua função e autoriza sua participação no processo.
Serve para certificar que a representação seja legítima, evitando conflitos e assegurando que a empresa tenha voz mesmo quando o responsável oficial não pode comparecer.
Usar um modelo pronto traz benefícios como padronização, agilidade, redução de erros, jurídica e facilidade para atender às exigências de órgãos como Justiça do Trabalho e Procons.

O que é uma carta de preposto?
O modelo de carta de preposto para homologação é um documento formal utilizado por empresas para nomear um representante que atuará em seu nome em situações específicas, como audiências judiciais, reuniões administrativas, negociações ou atendimentos em órgãos públicos.
Ela comprova que o indivíduo escolhido tem autorização expressa para falar, responder e representar a empresa no processo ou procedimento indicado.
Por ser um documento de caráter oficial, deve conter informações sobre a empresa, o representante legal e o preposto nomeado. O modelo de carta de preposto para sindicato assegura a regularidade da representação e evitar prejuízos decorrentes da ausência de um responsável autorizado.
Para que serve a carta de preposto?
A carta de preposto serve para formalizar a designação de um representante autorizado a comparecer e agir em nome da empresa em situações nas quais o representante legal não pode estar presente.
Na Justiça do Trabalho, por exemplo, ela é indispensável para que o preposto participe das audiências e responda aos questionamentos do juiz. Além disso, é utilizada em fiscalizações, reuniões administrativas, negociações contratuais e atendimentos oficiais.
A carta assegura que o órgão ou instituição reconheça a legitimidade do preposto, garantindo validade aos atos praticados e evitando nulidades processuais ou atrasos no andamento do procedimento.
Quem pode emitir uma carta de preposto?
A carta de preposto deve ser emitida pelo representante legal da empresa, ou seja, pela pessoa que possui poderes formais para responder pela organização.
Deste modo, inclui:
- Sócios administradores;
- Diretores;
- Gerentes com poderes reconhecidos no contrato social;
- Procuradores com poderes específicos;
- Responsáveis jurídicos devidamente autorizados.
A emissão deve ser feita em papel timbrado (quando possível) e assinada pelo representante legal. A assinatura digital também é aceita em muitos casos, desde que cumpra os requisitos legais.
Quem pode ser nomeado como preposto?
O preposto pode ser qualquer pessoa designada pela empresa, não havendo exigência de vínculo formal como CLT ou contrato de prestação de serviços — principalmente após mudanças na legislação trabalhista.
Assim, podem ser nomeados:
- Funcionários da empresa;
- Sócios ou administradores;
- Consultores ou profissionais externos;
- Pessoas de confiança com conhecimento dos fatos.
Na Justiça do Trabalho, o preposto deve conhecer suficientemente os detalhes da relação entre empregado e empresa para responder às perguntas durante a audiência.
A escolha deve recair sobre alguém que represente adequadamente os interesses da organização e transmita segurança ao órgão responsável.
Quando a carta de preposto é necessária?
A carta de preposto é necessária sempre que a empresa precisa se fazer representar formalmente em situações que exigem presença, declaração ou manifestação oficial.
Dessa forma, os principais cenários incluem:
- Audiências trabalhistas (é obrigatória);
- Audiências cíveis e administrativas, quando permitido;
- Fiscalizações e inspeções por órgãos públicos;
- Reuniões e negociações formais;
- Atendimentos em Procons, delegacias ou repartições;
- Assinatura de termos ou declarações autorizadas pela empresa.
Sem modelo de carta de preposto juizado especial, a empresa corre o risco de ter sua representação invalidada, podendo sofrer consequências como multas, adiamento da audiência ou até revelia em casos judiciais.
Por isso, o modelo de carta de preposto ministério do trabalho serve para assegurar que a empresa esteja oficialmente representada.
A carta de preposto tem validade jurídica?
Sim. O modelo de carta de preposto para justiça do trabalho possui validade jurídica, desde que seja elaborada corretamente e assinada pelo representante legal da empresa.
Ela é reconhecida em órgãos públicos, instituições administrativas e, principalmente, na Justiça do Trabalho, onde sua apresentação é obrigatória para participação em audiências quando o empregador não comparece pessoalmente.
A carta formaliza a designação do preposto, garantindo que ele está autorizado a falar em nome da empresa. Embora não tenha força de contrato, ela é considerada um documento legal e aceito como prova de representação.
Quais informações obrigatórias devem constar na carta de preposto?
Para que a carta seja aceita e cumpra sua função, ela deve conter elementos essenciais que comprovem a legitimidade da nomeação.
As informações obrigatórias incluem:
- Dados completos da empresa: razão social, CNPJ, endereço e contatos;
- Identificação do representante legal: nome, cargo e documento;
- Identificação do preposto: nome completo, CPF, cargo (se houver) e demais dados relevantes;
- Descrição da finalidade da nomeação, informando o processo, audiência, órgão ou evento em que o preposto atuará;
- Declaração expressa de autorização, confirmando que o preposto poderá representar a empresa;
- Local, data e assinatura do representante legal;
- Papel timbrado (opcional, porém recomendado).
A carta de preposto precisa ser assinada pelo representante legal da empresa?
Sim. A carta de preposto deve obrigatoriamente ser assinada pelo representante legal da empresa ou por alguém com poderes formais para delegar a representação.
Sem essa assinatura, o documento perde validade e pode ser recusado pelo órgão responsável, já que não há comprovação de que a empresa realmente autorizou o preposto.
Em algumas situações, a assinatura digital certificada também é aceita, desde que seja emitida em conformidade com a legislação brasileira (ICP-Brasil). A assinatura é o elemento que legitima o ato e confirma que o preposto está agindo com autoridade delegada.
A carta de preposto substitui procuração?
Não. A carta de preposto não substitui uma procuração. A diferença é:
- A carta de preposto autoriza a representação da empresa em reuniões, audiências ou procedimentos administrativos, permitindo que o preposto responda e preste informações.
- A procuração concede poderes jurídicos mais amplos, permitindo que o procurador pratique atos legais, assine documentos, protocole petições e tome decisões formais.
Portanto, enquanto a carta de preposto é suficiente para audiências trabalhistas e procedimentos simples, a procuração é necessária quando o representante deve realizar atos que produzem efeitos legais diretos, como assinar acordos ou documentos oficiais.
É necessário reconhecer firma na carta de preposto?
Na maioria dos casos, não é obrigatório reconhecer firma na carta de preposto, principalmente em audiências trabalhistas, onde o documento costuma ser aceito com assinatura simples.
Contudo, alguns órgãos ou instituições podem exigir o reconhecimento para assegurar autenticidade, principalmente quando a representação envolve processos administrativos sensíveis, fiscalizações ou negociações formais.
Embora não seja regra geral, reconhecer firma pode evitar questionamentos, aumentar a segurança jurídica e agilizar a aceitação do documento. Quando a carta é assinada digitalmente com certificado ICP-Brasil, o reconhecimento de firma se torna desnecessário.
A carta de preposto pode ser enviada digitalmente?
Sim. A carta de preposto modelo pode ser enviada digitalmente, e essa prática é cada vez mais comum em empresas, escritórios jurídicos e órgãos públicos.
Desde que o documento mantenha sua estrutura formal e seja assinado corretamente, o envio por e-mail ou plataforma oficial é totalmente válido. Muitas instituições aceitam a carta em formato PDF, principalmente quando acompanhada de assinatura digital.
O envio digital oferece vantagens como rapidez, facilidade de arquivamento e rastreabilidade. No entanto, é essencial verificar se o órgão destinatário possui regras específicas, já que alguns ainda exigem o documento impresso ou entregue presencialmente.
A carta de preposto pode ser assinada digitalmente?
Sim. A assinatura digital é amplamente aceita e possui validade jurídica plena, desde que emitida por meio de certificado digital padrão ICP-Brasil.
Além disso, muitas instituições também aceitam assinaturas eletrônicas realizadas em plataformas como DocuSign, Clicksign, Gov.br ou similares, desde que contenham comprovantes de autenticidade (IP, data, geolocalização e trilha de auditoria).
A assinatura digital agiliza o processo, elimina a necessidade de reconhecimento de firma e facilita o envio eletrônico. Em contextos trabalhistas e administrativos, o uso de assinatura digital se tornou uma solução prática.
Como comprovar a autenticidade da carta de preposto?
A autenticidade da carta de preposto modelo pode ser comprovada de diferentes maneiras, dependendo da exigência da instituição responsável.
Consequentemente, as principais formas incluem:
- Assinatura digital ICP-Brasil, a forma juridicamente válida;
- Assinatura eletrônica certificada, emitida por plataformas confiáveis;
- Reconhecimento de firma em cartório, quando solicitado;
- Envio por e-mail institucional, comprovando origem e autenticidade;
- Papel timbrado, que reforça a identidade visual da empresa;
- Anexos comprobatórios, como cópia do contrato social ou documento do representante legal.
Quanto mais interessante for o processo — como audiências, fiscalizações ou negociações formais — mais parrudos devem ser os métodos de autenticação adotados.
A carta de preposto pode ser revogada?
Sim. A carta de preposto pode ser revogada a qualquer momento, desde que a revogação ocorra antes da realização do ato para o qual o preposto foi nomeado.
A revogação deve ser feita por meio de um novo documento, informando que a autorização anterior está cancelada. O cancelamento deve ser enviado ao órgão responsável para evitar que o preposto atue sem autorização válida.
Caso o preposto já tenha participado da audiência, reunião ou procedimento, a revogação não retroage, permanecendo válida para os atos já praticados. Portanto, a revogação deve ser comunicada imediatamente quando houver substituição ou desistência do preposto nomeado.
Como elaborar uma carta de preposto corretamente?
Para elaborar uma carta de preposto completa e válida, é preciso seguir uma estrutura formal.
Os elementos incluem:
- Identificação da empresa: razão social, CNPJ, endereço e contatos.
- Identificação do representante legal: nome, cargo e documento.
- Identificação do preposto: nome completo, CPF e, se aplicável, função exercida.
- Descrição do ato, indicando o processo, audiência ou órgão onde o preposto atuará.
- Declaração expressa de nomeação, autorizando o preposto a representar a empresa.
- Data, local e assinatura do representante legal.
- Papel timbrado, quando possível, para reforçar autenticidade.
- Assinatura digital ou reconhecimento de firma, caso exigido.
E então, mais alguma dúvida sobre modelo carta de preposto?
Confira mais modelos
Confira, abaixo, mais modelo de carta de preposto trabalhista WORD pronto.
- modelo de carta de anuência
- modelo de carta de intenção
- modelo de carta de reclamação
- modelo de carta de desligamento
- modelo de carta de cobrança
- modelo de carta comercial
- modelo de carta formal
- modelo de carta de correção
- modelo de carta de representação
- modelo de carta de admissão
- modelo de carta de quitação
- modelo de carta de cancelamento de plano de saúde
- modelo de carta de interesse